segunda-feira, 14 de abril de 2014

Ronaldo "Fenômeno" : 9ine



Pesquisa enviada por: Luana- 1º A
Fonte: ????




 Ronaldo

Eu escolhi falar do Ronaldo Fenômeno, que está fazendo sucesso através de uma de suas empresas A 9ine, empresa de marketing esportivo que já tem nomes como Neymar, Anderson Silva, Leandro Damião, Lucas e Rubens Barrichello.

Eles tem um novo cliente: o tenista número 1 do mundo, Rafael Nadal. A empresa  firmou parceria com a Goramendi Siglo XXI, empresa mundial que detém os direitos de imagem do espanhol. O acordo dá direito à 9ine de poder negociar contratos publicitários de Nadal no Brasil. No exterior, o tenista segue sendo agenciado pela Siglo XXI.
Segundo Marcos Buaiz, sócio e diretor-geral da agência brasileira, a forte influência e a imagem positiva do atleta influenciaram na negociação. “Vamos atrás das melhores parcerias, assim como fazemos para todos os nossos atletas. Não há dúvidas de que Nadal traz a possibilidade de excelentes associações com grandes anunciantes, principalmente com a aproximação dos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016.
Ronaldo ainda cita;“Nadal é muito mais que um novo parceiro. É um ídolo que todos nós na 9ine aprendemos a admirar pelo grande talento que tem dentro das quadras e pela pessoa que é. Sou um grande fã.

Edivan Costa, fundador da SEDI.

Pesquisa enviada por: Maria Couto e  Amanda Cristian - 1ºA




Edivan Costa


Por Maria Couto:
Fonte:http://bizstart.com.br/blog/empreendedor/historias-de-sucesso-no-empreendedorismo-1565


Muita gente fala de personagens com histórias fora do comum, como Steve Jobs e Zuckenberg. Mas que tal olharmos ao redor e nos espelharmos em exemplos mais próximos de nós? Podemos citar a história de Edivan Costa, fundador da SEDI. Nascido e criado em uma família humilde em uma favela de Belo Horizonte, trabalhou, durante sua trajetória, como jogador de futebol, office-boy, catador de papel e, por fim, como empreendedor, quando fundou seu próprio negócio, primeiramente como um despachante.
No início, o orçamento era curto, pois ainda não existia uma carteira de clientes, nem um salário fixo e os custos pareciam exorbitantes. Foram necessários alguns esforços maiores que logo foram compensados pelo próprio Edivan que, segundo ele mesmo, sempre acordou cedo, trabalhou duro e, consequentemente, adquiriu a confiança de alguns advogados.
Com o aumento da confiança aumentou também o número de clientes. Ele viu a necessidade de aumentar seu quadro de funcionários. Empregando primeiro os próprios irmãos e, depois, outros profissionais. A esta altura, Edivan voltou à escola, onde aprendeu outra lição: para que informação se torne conhecimento, é necessário aplicá-la – foi quando ele precisou sair da faculdade e se dedicar apenas ao trabalho.
Um de seus clientes um dia lhe ensinou outra lição que o fez mudar de atitude e acarretou no crescimento da SEDI em todo o território nacional: “conheça pessoas”. Foi com essa frase em mente que Edivan conseguiu acesso a grandes clientes, como o Carrefour, que aumentou a abrangência de seus trabalhos e o volume de serviço. Ele precisou, então, abrir escritórios em vários estados brasileiros. Não sem antes aproveitar as oportunidades de capacitação, crescimento e mentoring oferecidas pelo mercado – neste caso pela Endeavor.
Parte superior do formulário


Por Amanda

Fonte:http://www.endeavor.org.br/artigos/start-up/aprendendo-a-ser-empreendedor/7-cases-inspiradores-de-sucesso

A vida às vezes parece colocar obstáculos em nossa frente, mas ela não quer que desistamos. O ex-morador da favela de Belo Horizonte abandonou a carreira como jogador de futebol no Palmeiras para retornar à sua cidade para trabalhar como office-boy. Sua dedicação e excelência lhe renderam promoções e a confiança dos que estavam ao seu redor. Edivan viu uma oportunidade no setor de regularizações e, hoje, é o empreendedor por trás de uma gigante no ramo.
SEDI: empresa especializada em assessoria empresarial no setor de licenças governamentais.

Corretor: Chris Gardner


Pesquisa enviada por: Victor Siqueira - 1ºB
Fonte: ???




Chris Gardner

Gardner nasceu em 1954, no Wisconsin. Não teve uma infância fácil. O pai já havia se separado de sua mãe antes de ele nascer, e seu padrasto, homem violento, frequentemente agredia sua mãe, ele e seus irmãos. Na juventude, quis ser médico e chegou a trabalhar como assistente de pesquisa na Universidade da Carolina. Mas, percebendo que não conseguiria cursar medicina, foi trabalhar como vendedor de equipamentos médicos. Com um filho pequeno, buscou um novo emprego para aumentar a renda e, encontrou um corretor de valores bem vestido saindo de uma Ferrari vermelha. Empolgado com a profissão, inscreveu-se no programa de trainees, viu a mulher abandoná-lo, perdeu sua casa e passou a morar em abrigos para sem-teto. Contratado, iniciou uma trajetória que desembocaria na sua própria corretora, a Gardner Rich, em Chicago. A história de Gardner inspirou o filme À Procura da Felicidade, lançado em 2006 e estrelado por Will Smith.

Uma oficina para mulheres

Pesquisa feita por: Carina Aparecida dos Santos




Agda Oliver
 
Enganada por um mecânico Agda Oliver, 31 anos. Ressentida com o alto valor pago por uma revisão do veículo e por peças que nem sequer existiam no automóvel novo, resolveu aprender tudo sobre o assunto para nunca mais ser passada pra trás. Com tanta pesquisa para entender os desenhos que enfeitam os painéis dos carros, acabou se apaixonando e resolveu abrir o próprio negócio no ramo ainda considerado inusitado para mulheres.
Antes da oficina Meu Mecânico, Agda nunca pensou em trabalhar no setor, pois era bancária. Quando foi trapaceada por um mecânico, pesquisou na internet, percebeu que os questionamentos era comuns entre outras condutoras. “Sempre tive vontade de empreender, ser dona do meu próprio negócio. Ao conhecer a história de outras mulheres que foram enganadas por mecânicos, percebi que montar uma empresa voltada para mulheres seria uma ótima oportunidade”, conta. Novata nos negócios, encontrou no Sebrae no Distrito Federal a orientação para fazer a empresa dar certo. “Participei de um curso sobre inovação do Sebrae e foi lá que desenvolvi a ideia do projeto Terça Para Mulheres (TPM)”. Neste dia da semana, enquanto o carro é revisado, as clientes seguem para um salão de beleza próximo ao estabelecimento e têm direito a desconto em uma rede de academias de ginástica da cidade, além de tratamento de pele à domicílio. A iniciativa foi elogiada por consultores da instituição, e Agda foi convidada a expor a ideia na Feira do Empreendedor de 2011. 
Para atrair seu público, as paredes da oficina, que fica em Ceilândia (DF), são cor de rosa. “Também forneço dicas por e-mail sobre manutenção, revisão e como trocar pneu, por exemplo. Além disso, fazemos promoções só para a clientela fidelizada”, conta. Aquelas que se interessarem pelo universo de automóveis podem participar de uma explicação exclusiva sobre como funciona cada equipamento. A empreendedora continua contando com ajuda do Sebrae no DF. “Recebo consultoria financeira e a visita dos Agentes Locais de Inovação (ALI). Se não fosse pela instituição, não sei se ainda estaria com as portas abertas. Sei que toda empresa passa por dificuldades nos primeiros anos, mas ao participar dos cursos eu aprendi que o planejamento é essencial para que a empresa sobreviva e, principalmente, lucre”, conta. Agda investe na capacitação dos quatro funcionários para que cresçam junto com a empresa. “Já participaram de cursos de atendimento ao cliente e vendas”, afirma. 
Otimista com a oficina, já planeja novos meios para crescer e sabe bem o caminho que pretende trilhar. “Em cinco anos, quero montar franquias por Brasília e quem sabe até em outras cidades. Até lá, quero estar preparada e padronizar tanto o atendimento quanto a estrutura da oficina”, revela. Agda também pretende montar um salão de beleza anexo ao estabelecimento. “Quero que minhas clientes saiam felizes e poderosas de uma oficina mecânica e não revoltadas com o atendimento, como aconteceu comigo alguns anos atrás”.

Chocolates personalizados: Chococrie

Pesquisa feita por: Alice Duarte Leite -1º B

Fonte: ?

                                                                                 

A procura por um chocolate para a namorada e de um sapato para a noiva levou os empresários Filipe Onuki Libano, e Felipe Luiz da Silva,  a abrirem, cada um, um negócio diferente de produtos personalizados na internet.

Com um investimento de R$ 200 mil, Libano, da capital paulista, iniciou, em junho deste ano, a venda de chocolates personalizados, com a Chococrie. A loja permite que o cliente monte o seu chocolate (com até cinco ingredientes) no site da empresa e receba o produto em casa.
Silva lançou, em março deste ano, a linha de sapatos exclusivos Vionee. Para abrir a empresa, que tem sede em São João Batista (SC), ele investiu R$ 800 mil.
Ex-bancário, Libano decidiu investir em chocolate gourmet depois de procurar um produto diferenciado para a namorada Lilian Shimizo Takaka.O presente tinha um motivo especial: o casal estava celebrando três anos de namoro. Depois de muita procura, ele não encontrou o que desejava e decidiu comprar uma barra comum  e derreter em casa, mas o chocolate queimou. A solução foi comprar uma joia, mas a ideia do chocolate diferenciado ficou na cabeça.Libano foi, então, procurar orientação no setor e decidiu fazer cursos, entre eles, da Chocolate Academy, projeto da Barry Callebau, fabricante belga de chocolates gourmet. Para se diferenciar, o empresário decidiu pelo chocolate belga por ser mais sofisticado, segundo ele.No mês passado, a companhia vendeu a média de 73 barras por dia e faturou R$ 28,7 mil.A Chococrie oferece 83 ingredientes, como avelã, uva-passa, flocos, cereja desidratada e gengibre, que permitem combinações diferentes e personalizadas, de acordo com Libano. O preço básico da barra de 100 g é R$ 8,25 e o prazo de entrega é de três dias úteis.
A história da Vionee começou em março de 2011, quando o empresário decidiu casar com a administradora de empresa Natalia Nuner Arruda. Na época, o casal deixou para o final a compra do sapato dela. Mas a compra transformou-se numa dor de cabeça para eles.A noiva não gostou dos modelos escolhidos. "Nós percebemos que havia uma carência de produtos diferenciados e decidimos montar um negócio depois", diz o empresário.Hoje, o site da Vionee permite que os clientes criem até cem calçados diferentes.Segundo Silva, além da opção de montar seu sapato, o site também arquiva os modelos criados pelos internautas em uma galeria para consultas. "Se um cliente gostar do modelo de sapato que outro desenhou, parte do lucro da venda é revertido em bônus para o criador na próxima compra", diz.O site permite que o cliente escolha a matéria-prima do calçado e os demais adereços, com salto, verniz e cor. O prazo de entrega é de 10 dias úteis.A loja fatura, em média, R$ 40 mil por mês, com lucro de R$ 4.000 a R$ 8.000.Os preços variam de R$ 180 (sapato) a R$ 1.200 (sandália para casamento). Ele afirma que o sapato montado tem uma folga de meio número e o cliente recebe, gratuitamente, dois ajustes de silicone para fazer as correções necessárias.

 

Magazine Luiza

Pesquisado por: Samuel Dreyfus De Oliveira Turma: 1° B
Fonte: ?

Magazine Luiza

Por Mariana Melo
Uma empresa familiar que leva o nome da dona. Foi assim que o Magazine Luiza consolidou um posicionamento de destaque no mercado nacional. Durante os seus 50 anos, a rede já festejou muitas conquistas até se tornar a terceira maior do varejo brasileiro. A história da rede, que desde 1992 atua sem nenhum prejuízo, é marcada por iniciativas arrojadas: foi pioneira na abertura das chamadas lojas virtuais e é conhecida nacionalmente por campanhas promocionais que levam multidões às suas lojas. O segredo do sucesso da empresa é profissionalismo, velocidade, qualidade e agilidade, tendo o cliente como centro do negócio e nunca perdendo de vista a responsabilidade social. O Magazine Luiza é uma empresa que não busca apenas vender produtos, sua meta é apresentá-los mostrando a felicidade que a aquisição de cada item pode gerar ao cliente. Hoje, a rede atende mais de 5 milhões de clientes e mantém o carisma e a marca do atendimento próximo.
Luiza Helena Trajano 
A história do Magazine Luiza começou na cidade de Franca, interior de São Paulo. Em 1957, Pelegrino José Donato e sua esposa, Luiza Trajano Donato, adquiriram uma pequena loja de presentes chamada "A Cristaleira". Em dado momento, eles decidiram convidar outros parentes para o negócio e, com o caixa forrado, abriram filiais. Uma puxou a outra e, ao final de duas décadas, a Cristaleira - agora já batizada como Magazine Luiza - contava com 30 lojas. Desde o início a empresa já apostava na proposta de interatividade e proximidade com o consumidor. Nesse meio tempo, entre os familiares envolvidos no negócio, Luiza Helena Trajano Inácio Rodrigues, sobrinha da fundadora, ganhou lugar de destaque. Luiza Helena começou na empresa aos 12 anos como balconista e passou a gerente geral. Em 1991, surgiu a necessidade de se criar uma holding e ela assumiu o cargo de superintendente do Magazine Luiza.
Sob seu comando foram criadas, em 1992, as lojas virtuais. As lojas virtuais nasceram da necessidade de expandir a rede para pequenas cidades do interior paulista. A primeira loja virtual foi inaugurada em Igarapava (SP). Bem antes de os brasileiros se familiarizarem com compras on-line, a empresária criou as tais lojas, com um ambiente clean e computadores de alta velocidade conectados a um centro de dados da companhia. Sem um único produto em exposição ou estoque, as lojas virtuais tinham baixo custo e, por isso, levavam vantagem na competição com as grandes redes de lojas convencionais. A compra era realizada através de terminais multimídia, com imagens dos produtos geradas em estúdio próprio e sempre com grande riqueza de detalhes. A presença de vendedores treinados nas lojas virtuais era um conforto a mais para a clientela, que tinha com isso um tratamento humanizado. Outra grande vantagem da loja virtual: o produto era entregue na casa do cliente em até 48 horas depois do pedido.
Em 1999, foi a vez de revolucionar o e-commerce com a criação do site magazineluiza.com. Entre as redes de varejo, o Magazine Luiza foi a que mais aproveitou o potencial da internet. A experiência adquirida nas lojas virtuais foi levada para a web e ampliada em um site totalmente seguro, com mais de cinco mil produtos, fácil de navegar e com banco de imagens próprio. O magazineluiza.com é o único do varejo on-line que conta com uma vendedora virtual, a Tia Luiza, que facilita a compra através do atendimento on-line e conteúdos prontos.

Loja em Sacramento, MG.
As ações de marketing também são fortes diferenciais que Luiza Helena utilizou para construir uma marca sólida e inovadora por meio de liquidações conhecidas nacionalmente, como a maior e mais tradicional liquidação do Brasil: a Liquidação Fantástica. O evento acontece no começo de janeiro e todo ano é notícia nos principais jornais impressos e telejornais do país. Com descontos de até 70%, todas as lojas da empresa abrem às 5h da manhã para receber milhares de clientes. Parte do prestígio alcançado pelo Magazine Luiza é fruto de ações mercadológicas diferenciadas, como: a Liquidação Fantástica; o Cliente Ouro; o Dia da Melhor Idade; o Dia da Mulher; doação de parte das vendas de dezembro para o Unicef; política de contratação de pessoas com deficiência física e da terceira idade. 
Em 2004 comprou a rede Arno, no Rio Grande do Sul, que possuía 51 lojas. A rede, famosa pelo domínio que exerce no interior do País, também marcou sua estréia na capital paulista com a inauguração de quatro lojas virtuais. Outras lojas foram inauguradas, fechando o ano com 80 inaugurações e 253 lojas. E, para coroar o ano, o faturamento rompeu a barreira do bilhão de reais. Em 2005 outras três redes foram adquiridas no estado de Santa Catarina - Base, Madol e Kilar - levando a empresa a contar com 350 lojas no total.
Todas essas conquistas sempre foram implementadas com um profundo respeito às pessoas. Os clientes recebem atenção especial no Magazine Luiza e os mais de 10 mil funcionários da rede são tratados com carinho por toda a diretoria. A recompensa por ser uma das empresas pioneiras na implantação de boas práticas para a valorização dos colaboradores tem rendido inúmeros prêmios ao Magazine Luiza. A rede varejista realiza uma série de programas que visam dar qualidade de vida, capacitação técnica e evolução pessoal, para que seus funcionários tenham uma visão de mundo mais ampla. Nos últimos anos, investiu fortemente na estruturação dos veículos de comunicação corporativa, utilizados para garantir o acesso às informações e diretrizes estratégicas e também para o treinamento dos colaboradores. O empenho dos funcionários é reconhecido por meio de bolsas de estudos, ajuda às mães, participação nos lucros e campanhas que rendem viagens internacionais aos melhores vendedores.
No Magazine Luiz, não há comissões individuais para os vendedores. Cada loja tem de cumprir uma meta geral e é isso que aumenta os bônus dos funcionários no final do mês. A prática, segundo Luiza, evita a concorrência interna e estimula o espírito de equipe. Alguns vendedores mais experientes e os gerentes da loja também têm autorização para aprovar ou não a concessão de crédito aos clientes. Hoje, a taxa de inadimplência da rede é 50% menor do que a média das lojas brasileiras. A empresária também ousou nas mudanças internas: derrubou paredes e fez um enxugamento hierárquico, com uma política salarial em que todos os contratados - de faxineiros a gerentes - têm participação nos lucros.

Promoção no Domingão do Faustão: 50 casas sorteadas.
As vendas por credito são o ponto forte do Magazine Luiza. Mais de 80% das vendas são feitas por meio de financiamento. Os pagamentos são facilitados em até 18 vezes, a juros mensais de 4%. É o mesmo percentual oferecido pela Casas Bahia. E assim como na rival, os clientes de Luiza pagam seus débitos na própria rede. Ao fazer com que os consumidores retornem todos os meses às lojas para quitar as dívidas, a empresa estimula o consumo. Luiza ainda oferece empréstimos pessoais e venda de seguros. Nas lojas virtuais, os clientes podem até pagar contas e fazer depósitos bancários. É um programa eficiente de fidelização.
A inovadora forma de administrar instituída pelo Magazine Luiza ganhou fama internacional. Em 2006, um pesquisador de Harvard Business School (EUA) acompanhou a rotina das principais lideranças da empresa. O estudo verificou que o segredo do sucesso do Magazine Luiza está em atingir as classes C, D e E, com ganho de escala, e permanente imagem de confiança. Em 2007, a história da empresa tornou-se um dos casos permanentes, estudados pelos alunos de Harvard, nos EUA, uma das mais importantes instituições de ensino do mundo. 
Atualmente o Magazine Luiza é conhecido como um dos gigantes do varejo nacional, contando com mais de 350 lojas (virtuais e tradicionais) espalhadas em sete estados brasileiros. Seu foco atual é conquistar maior liderança de mercado junto à rival Casas Bahia.  Para isto vem buscando novas regiões para melhorar sua atuação. A cada ano são planejadas estratégias de aquisições de novas lojas pelo Brasil.
 


Pesquisa 1º ano: Casos de sucesso

Olá!

As postagens a seguir são casos de sucesso no empreendedorismo que foram admirados e selecionados pelos alunos do primeiro ano A e B.

Atividade: Os alunos deveriam pesquisar um caso de empreendedorismo e enviar para o e-mail institucional do blog.

Os objetivos desse trabalho:
  • Conhecer diversos casos de sucesso no empreendedorismo;
  • Aprender a pesquisar na internet;
  • Tornar o e-mail uma prática de comunicação entre professor e alunos;
  • Ressaltar a importância da fonte de pesquisa.
Vale lembrar que:
  • Alunos que tiveram dificuldade de envio de e-mail poderia entregar o trabalho escrito;
  • Os casos serão socializados em sala. 

Simone Andrade Félix Santos